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Venda de materiais de construção está a acontecer como há muito não se via

Com as grandes obras públicas paradas e com as obras particulares proibidas, há algo que tem vindo a crescer, um tanto quanto incompreensivelmente: venda de materiais de construção. Chega a haver filas de carros e de pessoas nas compras.

O DIÁRIO sabe que há grandes espaços de venda de materiais de construção, ainda que alguns também comercializem outros produtos, que não encerraram e que estão a vender como há muito não se via.

Estão causa, em especial, alguns espaços localizados no Funchal e Santa Cruz, em que alguns dos trabalhadores contactados revelam os grandes volumes de venda, ainda que preferissem que as lojas estivessem encerradas ou então que existissem regras semelhantes às dos supermercados, com entradas condicionadas a um número no interior da loja.

As pessoas, que ouvimos, temem pela sua saúde e pela dos clientes ainda que, referem, estes têm a opção de ir às lojas e eles (trabalhadores) não. Alguns referiram mesmo que preferiam o lay off do que trabalhar naquelas circunstâncias.

O que diz a resolução do Governo, n.º 149/2020 de 30 de Março, sobre a construção: “Actividade da construção civil e obras públicas: condicionar toda a actividade pública e privada, única e exclusivamente, às actividades relacionadas com a prestação e serviços, manutenção, preservação de instalações ou infra-estruturas relacionadas com o sector da saúde ou cadeias de distribuição, que se mostrem essenciais ou fundamentais na prossecução do objectivo de contenção da disseminação da pandemia COVID-19.”

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